segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

OLGA


A obra "OLGA", foi publicada em 1985, por Fernando Morais, porém, retirado das bancas devido à ditadura militar, que não liberava os direitos da imprensa e muito menos desse tipo liberdade de expressão, ou seja, contra o sistema do regime militar. Relata a história real da vida de uma alemã, judia e comunista, Olga Benário. Casada com Luís Carlos Prestes, veio ao Brasil na busca de ideais comunistas. Foi deportada grávida de volta à Alemanha, a mando de Getúlio Vargas.
O livro retrata basicamente sua luta juntamente com os comunistas Brasileiros, seu sofrimento perante o regime militar e a sua força de vontade de querer mudar a história da época em que viveu.
Um livro emocionante, que com certeza relata muito bem a história, o martírio e a luta dessa grande mulher, que morreu pelos seus ideias e sofreu pelas pessoas que acreditavam em sua luta.
O livro representa um grande e importante momento da história do Brasil, que foi certamente um dos mais grotescos e difíceis em que o país já passou, a ditadura militar, mas graças à grandes mártires e pessoas que acreditaram na mudança, hoje podemos dizer, em partes, que vivemos na democracia social, com liberdade de expressão e direitos públicos.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O indivíduo frente a ética Nacional



O indivíduo frente a ética nacional é temeroso.
É digno de ter direitos e deveres, porém, muitas vezes não os coloca em prática, perdendo assim, o seu papel de cidadão, que deve cumprir fielmente seus direitos, mas também exigindo plenamente seus direitos.
um indivíduo indigna-se com as injustiças da sociedade, julga-a incorreta e incapaz de aderir as necessidades reias da população, porém, o papel deste, é contradizer as injustiças, ligadas a outros inúmeros fatores responsáveis pela decepção de todos. Basta exercer fielmente o papel de cada um.
A sociedade e o indivíduo estão interligados, dependendo-se um do outro. Se algum não fazer o seu papel, certamente ninguém mais irá fazê-lo.
Há contradições quando falamos do termo justiça, pois, será que a justiça é digna à todos, ou muitas vezes mínimas partes da sociedade disfrutam-na, enquanto a grande maioria prejudica-se? Algo muito sério, que nos faz pensar e refletir, de que um mundo melhor não está nas mãos do governo, ou das super potências, mas sim, em nossas mãos.
Corrupção, indignação, injustiça, preconceito, alienação do indivíduo. Tudo isso pode ser revertido, transformado ou até mesmo excluído. Depende somente de cada um, ou seja, do indivíduo, que colabora com a formação da sociedade. Cada um é responsável pelos seus atos, cada um fazendo a sua parte, o lugar aonde habitamos será justo, digno, honesto e melhor. Não depende apenas de uma única pessoa, mas de todo um conjunto social que unido mudará a imagem da ética nacional, que esta por si só existe, basta apenas ser colocada em prática.
Rafaela Bez